Parque Urbano das Camélias

Boa prática

Reabilitação Parque Urbano das Camélias em Braga

Localização:

  • Norte de Portugal

Endereço:

R. Augusto Veloso 140, 4705-082 Braga

Data:

  • Posterior a 2024

Promotores:

  • Municipio

Serviços ecossistémicos:

  • Conservación y mejora de la biodiversidad
  • Mejora de la calidad ambiental y mitigación del cambio climático
  • Fomento de hábitos saludables y mejora del bienestar

Tipo de ação:

  • Conservación
  • Restauración

Contexto:

  • Urbano

Escala:

  • Local

Escala:

  • Local

SBNs incluídas:

  • Corredores Ecológicos
  • Ecozonas
  • Parques Urbanos e Periurbanos
  • Reflorestação

Descrição do projeto:

O Parque Urbano das Camélias, com cerca de 2,5 hectares, integra uma extensa rede de espaços verdes e equipamentos municipais situada no anfiteatro natural que envolve o centro da cidade de Braga. Inserido numa área com mais de 60 hectares de espaços públicos, articula-se com estruturas como o Parque da Ponte, o Parque Urbano do Monte Picoto, a Ecovia do Este, o Estádio 1.º de Maio e outros equipamentos desportivos e culturais, reforçando a continuidade ecológica e funcional desta zona da cidade.

Reabilitado em 2021 com financiamento do Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), o parque foi qualificado para oferecer novos espaços verdes de recreio e lazer, com percursos acessíveis e inclusivos, zonas de estadia, miradouro, mobiliário urbano e infraestruturas de apoio. A intervenção integrou também soluções de gestão sustentável da água, como o aproveitamento de águas pluviais, tanque e furo para rega, contribuindo para uma utilização mais eficiente dos recursos.

Para além da valorização paisagística e urbana, o parque funciona como um laboratório vivo de experimentação de soluções de adaptação às alterações climáticas, alinhado com a Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC). Entre as medidas implementadas destacam-se os percursos permeáveis, a cobertura verde no edifício de apoio, o reforço da arborização com espécies autóctones, o controlo de espécies invasoras e a criação de zonas naturais de sombreamento, promovendo o aumento da biodiversidade e a ligação entre o corredor verde do parque e o corredor azul do rio Este.

Mais informações:

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